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	<title>Mulher &#8211; Frade Said</title>
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	<description>Clínica de Ginecologia em São Paulo - SP</description>
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		<title>Por que fazer o rejuvenescimento vaginal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ivanildo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 17:18:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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<p style="text-align: justify;">A medida em que a mulher vai envelhecendo, diversas alterações corporais podem ser notadas, especialmente durante a menopausa, onde a progesterona e o estrogênio deixam de ser produzidos, e consequentemente, o ciclo menstrual é cessado.</p>
<p style="text-align: justify;">O impacto da idade também interfere no sistema reprodutor, que sofre alterações em decorrência da senilidade, onde a mucosa vaginal e o canal por onde a penetração, acabam se atrofiando.</p>
<p style="text-align: justify;">A redução da mucosa causa uma série de implicações para a saúde íntima, visto que a camada superficial da vagina acaba ficando mais sensível e fina, predisposta a sofrer com lesões.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O impacto nas relações sexuais</h3>
<p style="text-align: justify;">Por ter uma pele muito final, o contato durante as relações sexuais é prejudicial para a saúde vaginal, visto que pequenos machucados podem se formar, aumentando a predisposição para infecções, dentre outras implicações do trato vaginal, como coceira e ardência.</p>
<p style="text-align: justify;">Por conta do envelhecimento, a flora vaginal se encontra em desequilíbrio, com mudanças que vão desde a aparência, até o odor no local. Além disso, com o pH vaginal em desarmonia, bactérias presentes, mas que vivam sob controle, acabam se tornando prejudiciais à saúde.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Laser vaginal</h3>
<p style="text-align: justify;">Dentre os tratamentos disponíveis, o rejuvenescimento vaginal por meio de laser é o procedimento no qual apresenta resultados mais satisfatórios. Neste tratamento, o foco é energizar a mucosa atrofiada por meio do aquecimento, para que as células presentes no órgão reprodutor, se renovem.</p>
<p style="text-align: justify;">O estímulo na região contribui para o aparecimento de novas fibras de colágeno e substâncias que auxiliam na regeneração da mucosa, assim como nos vasos sanguíneos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como funciona o rejuvenescimento vaginal?</h3>
<p style="text-align: justify;">Por meio de um aparelho, parecido com o utilizado no ultrassom transvaginal, é introduzido com o auxílio de um gel para evitar desconforto e o laser é aplicado. Vale ressaltar que a mulher não sente desconforto, visto que a vagina não possui sensibilidade ao aquecimento do aparelho.</p>
<p style="text-align: justify;">Para obter os primeiros resultados, são necessárias três sessões, com um intervalo de um mês entre elas. Além disso, dependendo do organismo, os efeitos podem durar de um ano até 18 meses, onde a paciente precisará de apenas uma sessão por ano para a manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, se você sofre com problemas que interferem sua saúde vaginal após a menopausa, não deixe de buscar o acompanhamento de um ginecologista para uma avaliação e direcionamento correto para o rejuvenescimento vaginal.</p>
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		<title>Menopausa: as mudanças no corpo da mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ivanildo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 17:11:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1038" title="Menopausa" src="https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Menopausa-300x167.jpg" alt="Menopausa" width="839" height="466" srcset="https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Menopausa-300x167.jpg 300w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Menopausa-768x426.jpg 768w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Menopausa-700x389.jpg 700w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Menopausa.jpg 805w" sizes="(max-width: 839px) 100vw, 839px" /></h2>
<h2 style="text-align: justify;">O que é a menopausa?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um processo natural do corpo da mulher, a menopausa ocorre a partir do momento em que a menstruação cessa e a gravidez natural não é mais possível. A partir dos 50 anos, alterações por conta da senilidade vão ocorrendo no corpo, assim como em todos os sexos, no entanto, nas mulheres a produção hormonal diminui, como o estrogênio, responsável pelo processo de reprodução.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas da menopausa</h2>
<p style="text-align: justify;">Os impactos sofridos pela falta de produção hormonal são enormes, acarretando sintomas que agridem o corpo da mulher. Tais alterações causam mudanças psicológicas e aparentes, como a queda de cabelo, secura na pele e ansiedade e até mesmo a falta de desejo sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, o sintoma mais reincidente em mulheres que sofrem menopausa são as ondas de calor. Isso ocorre por conta de que o estrogênio atua também no controle da temperatura corporal e quando os níveis hormonais de desregulam, o corpo corresponde.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a produção hormonal se encerre de maneira gradual, quando o hormônio deixa de ser produzido, problemas relacionados à saúde óssea como a artrite e a osteoporose podem se desenvolver, visto que o corpo está em deficiência substâncias que permitem a harmonia.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Identificando a menopausa</h3>
<p style="text-align: justify;">Se os sintomas se mostrarem aparente, uma consulta com um ginecologista pode identificar as mudanças, partindo do pressuposto da idade da mulher, hábitos de vida, além de um exame para medir os níveis hormonais corpóreos.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, a menopausa pode ser identificada pela própria paciente, já que o corpo passa a apresentar sinais de que o período está prestes a ocorrer, como por exemplo, a cessação do período menstrual durante um ano, sendo um sinal claro de menopausa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias atuais, as mulheres, apesar de sofrerem com os sintomas, ainda assim conseguem contorna-los com o apoio médico e mantendo uma vida saudável, visto que os impactos podem ser minimizados com uma boa alimentação e uma vida ativa.</p>
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		<title>O que esperar da minha primeira consulta com um ginecologista?</title>
		<link>https://www.fradesaid.com.br/artigos/o-que-esperar-primeira-consulta-com-ginecologista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 17:10:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ir ao ginecologista pela primeira vez, para algumas pacientes, é um marco em suas vidas, uma vez que este hábito...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1243 size-full" src="https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2020/06/primeira-consulta-ginecologista-1.jpg" alt="primeira consulta com ginecologista" width="805" height="447" srcset="https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2020/06/primeira-consulta-ginecologista-1.jpg 805w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2020/06/primeira-consulta-ginecologista-1-300x167.jpg 300w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2020/06/primeira-consulta-ginecologista-1-768x426.jpg 768w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2020/06/primeira-consulta-ginecologista-1-700x389.jpg 700w" sizes="(max-width: 805px) 100vw, 805px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ir ao ginecologista pela primeira vez, para algumas pacientes, é um marco em suas vidas, uma vez que este hábito deve ser iniciado ainda na infância, no início da adolescência a fim de que a mulher compreenda melhor seu corpo e tire as possíveis dúvidas que possam vir a surgir à medida de seu desenvolvimento.</p>
<h3>Timidez na primeira consulta</h3>
<p style="text-align: justify;">De início, é preciso deixar a timidez de lado, visto que o ginecologista é um profissional especializado nos cuidados íntimos femininos e compreende os anseios e angústias das fases iniciais à vida adulta. No entanto, se for notado um acanhamento por parte da paciente, a primeira consulta com um ginecologista será somente uma conversa.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso a paciente ainda não tenha menstruado, o ginecologista irá explicar devidamente o que vai ocorrer e orientando os cuidados para que infecções não ocorram durante este processo devido à higiene. O objetivo é tranquilizar a paciente para que encare seu desenvolvimento de maneira natural.</p>
<h3>Serão solicitados exames?</h3>
<p style="text-align: justify;">A solicitação de exames vai depender da faixa etária da paciente, uma vez que muitas acabam indo ao ginecologista pela primeira vez somente no início da vida adulta. Se fora necessária uma avaliação, o médico irá avaliar se a paciente já teve relações sexuais e com qual frequência e perguntará sobre medicamentos como anticoncepcionais ou o uso de preservativos, além de como a paciente pratica a higiene íntima.</p>
<h3>Acompanhamento da mãe</h3>
<p style="text-align: justify;">A mãe, que geralmente acompanha a filha, também tem papel importante na conscientização e na conversa com o médico, visto que a acompanhante será questionada sobre histórico familiar para que seja avaliada a predisposição para possíveis patologias.</p>
<p style="text-align: justify;">Val ressaltar que mesmo após a primeira consulta com o ginecologista, a mãe também precisa criar um diálogo para conversar sobre a vida sexual e as descobertas que a menina possa vir a fazer ao longo de sua vida, além de criar um vínculo de confiança com o médico para tirar dúvidas.</p>
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		<title>Bactérias vaginais podem desencadear infecção urinária recorrentes</title>
		<link>https://www.fradesaid.com.br/artigos/bacterias-vaginais-infeccao-urinaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 17:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Infecção Urinária: bactérias vaginais podem desencadear recorrência Cerca de metade das mulheres tera infecções urinárias ao longo da vida e,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Infecção Urinária: bactérias vaginais podem desencadear recorrência</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-785 size-large" src="https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/08/bacterias-vaginais-infeccao-urinaria-1-1024x680.jpg" alt="Bactérias vaginais podem desencadear infecção urinária recorrentes" width="1024" height="680" srcset="https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/08/bacterias-vaginais-infeccao-urinaria-1-1024x680.jpg 1024w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/08/bacterias-vaginais-infeccao-urinaria-1-300x199.jpg 300w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/08/bacterias-vaginais-infeccao-urinaria-1-768x510.jpg 768w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/08/bacterias-vaginais-infeccao-urinaria-1-700x465.jpg 700w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cerca de metade das mulheres tera infecções urinárias ao longo da vida e, apesar do tratamento, cerca de um quarto desenvolverá infecções recorrentes dentro de seis meses da infecção inicial.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um novo estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, em St. Louis, descobriu um gatilho de infecções recorrentes por infecções urinárias: um tipo de bactéria vaginal que se move para o trato urinário.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa, em camundongos, foi publicada em 30 de março na revista PLOS Pathogens.</p>
<p style="text-align: justify;">Infecções urinárias ocorrem mais frequentemente quando as bactérias que vivem dentro do intestino vão para o sistema urinário. As infecções podem ocorrer em qualquer lugar ao longo do sistema urinário, mas geralmente se desenvolvem na bexiga. As infecções urinárias são tratadas com antibióticos, mas cada vez que uma ITU retorna, é ainda mais provável que a infecção volte a ocorrer novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em mulheres jovens e sexualmente ativas, cerca de 80% das infecções urinárias são causadas por <em>E. coli</em>. O que se sabe é que a recorrência ocorre quando a <em>E. coli</em> é reintroduzida no sistema urinário. Mas a nova pesquisa sugere outro caminho para o desenvolvimento de uma ITU subsequente: A bactéria vaginal <em>Gardnerella vaginalis</em> desencadeia <em>E. coli</em> já escondida na bexiga para causar outra ITU. O <em>G. vaginalis</em> também pode contribuir para infecções renais mais graves &#8211; e potencialmente letais, sugere o estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Descobrimos que uma determinada bactéria vaginal, <em>Gardnerella vaginalis</em>, não causou infecção durante a exposição ao sistema urinário, mas danificou as células na superfície da bexiga e fez com que <em>E. coli</em> de uma infecção urinária anterior começasse a se multiplicar, levando a outra infecção&#8221;, disse o autor sênior do estudo, Amanda Lewis, PhD, professora assistente de microbiologia molecular e de obstetrícia e ginecologia na Universidade de Washington.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos anteriores já haviam estabelecido que a bactéria <em>E. coli</em> pode criar “esconderijos adormecidos” para <em>E. coli</em> na bexiga e depois ser reativada para causar infecção. Mas este é o primeiro estudo a identificar um gatilho plausível.</p>
<p style="text-align: justify;">As razões pelas quais as infecções urinárias voltam não são totalmente compreendidas, mas os pesquisadores, incluindo a obstetrícia e ginecologista Nicole Gilbert, PhD, e a estudante de pós-graduação Valerie O&#8217;Brien, descobriram uma pista sobre a vaginose bacteriana, causada por um crescimento excessivo de bactérias nocivas, no odor e no corrimento vaginal. A condição está associada a infecções urinárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Como parte do estudo, os pesquisadores infectaram as bexigas de camundongos fêmeas com <em>E. coli</em>, iniciando infecções do sistema urinário e, em seguida, deixaram-nas se recuperar. Um mês após a infecção, nenhuma <em>E. coli</em> foi detectada na urina dos animais. No entanto, estudos anteriores mostraram que um pouco de <em>E. coli</em> pode persistir na bexiga em níveis indetectáveis ​​na urina.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, os pesquisadores introduziram na bexiga dos camundongos <em>Lactobacillus crispatus</em>, uma bactéria vaginal normal; <em>G. vaginalis</em>, que está associado à vaginose bacteriana; e água salgada estéril, como controle. Ambos os tipos de bactérias vaginais foram eliminados da bexiga dentro de 12 horas, mas esta curta permanência na bexiga foi suficiente para a <em>E. coli</em> reaparecer na urina de mais da metade dos camundongos expostos a <em>G. vaginalis</em>, indicando uma recorrência de infecções urinárias. Os ratos que receberam as bactérias vaginais normais ou água salgada estéril tinham cerca de cinco vezes menos probabilidade de desenvolver outra infecção urinária em comparação com os que receberam <em>G. vaginalis</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os ratos não estão sendo reinoculados com <em>E. coli</em>&#8220;, disse O&#8217;Brien. &#8220;Em vez disso, os reservatórios bacterianos que já estão na bexiga emergem do tecido, se multiplicam e causam outra infecção&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, em alguns dos ratos com <em>G. vaginalis</em>, as bactérias viajavam da bexiga até o trato urinário até os rins. Nas mulheres, as infecções renais são raras &#8211; apenas 1% das mulheres com infecções da bexiga desenvolvem uma &#8211; mas grave. As infecções renais envolvem dores nas costas, febre, náuseas e vômitos, e podem ser mortais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando olhamos, podíamos ver que esse severo dano renal estava quase exclusivamente acontecendo no grupo de <em>G. vaginalis</em>&#8220;, disse Lewis.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os ratos que tinham <em>G. vaginalis</em> ou <em>E. coli</em> em seu sistema urinário mostraram algum grau de dano renal. Mas dos ratos que tinham ambas as espécies, 6% apresentaram danos renais graves, altos níveis de <em>E. coli</em> no rim e sinais de que <em>E. coli </em>havia se deslocado do rim para a corrente sanguínea, uma forma de infecção urinária que pode matar. Em outras palavras, a presença de <em>G. vaginalis</em> tornou a <em>E. coli</em> mais propensa a causar doença renal grave.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores disseram que <em>G. vaginalis</em> não é normalmente uma preocupação para as mulheres com infecções urinárias, mas que talvez devesse ser.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se um laboratório clínico encontrar <em>G. vaginalis</em> em uma amostra de infecção urinária, talvez eles não devam assumir que é apenas um contaminante da vagina&#8221;, disse Gilbert. &#8220;Nossos resultados sugerem que isso pode estar contribuindo para a doença&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores sugerem que novos estudos clínicos são necessários para informar os médicos que tratam as mulheres sobre infecções urinárias &#8211; especialmente infecções renais &#8211; para verificar se a vaginose bacteriana pode colocar algumas mulheres em maior risco para esta forma grave de infecção urinária. Ambas as infecções do sistema urinário e vaginose bacteriana são tratáveis ​​com antibióticos, mas diferentes tipos são necessários. Antibióticos padrões para infecção urinária não vão livrar um paciente de <em>G. vaginalis</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">As descobertas também podem explicar por que algumas mulheres têm infecções urinárias depois de terem relações sexuais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Muitas mulheres juram que cada vez que fazem sexo, tem infecção urinária e, obviamente, isso é um fardo enorme&#8221;, disse Lewis. &#8220;Nós não duvidamos que reinfecção com <em>E. coli</em> é parcialmente responsável, mas acho que nós encontramos outra razão muito convincente por que a conexão entre a atividade sexual e recorrente infecção urinária pode existir: bactérias vaginais como <em>G. vaginalis</em> são movidas para o sistema urinário durante o sexo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Artigo originalmente publicado em Science Daily.</p>
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		<title>Efeitos do anticoncepcional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ivanildo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 17:00:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pílula anticoncepcional foi em 1960. Em seu início, continha altas doses de estrogênio, hormônio que define as características femininas...</p>
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<p style="text-align: justify;">A pílula anticoncepcional foi em 1960. Em seu início, continha altas doses de estrogênio, hormônio que define as características femininas como seios, e textura da pele, por exemplo, além de preparar o útero para a gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;">As altas quantidades hormonais contidas nos anticoncepcionais causavam efeitos incômodos nas mulheres, como enjoos, náuseas, dores nos seios e o aumento das chances de desenvolverem câncer no ovário.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, com a evolução da medicina, nos dias atuais, os anticoncepcionais são bastante utilizados, inclusive, para prevenção de problemas do aparelho reprodutor.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que faz a pílula?</h2>
<p style="text-align: justify;">A pílula anticoncepcional interrompe a ovulação da mulher, caracterizado pelo período fértil que ocorre uma vez por mês. Com essa interrupção, o útero não se dilata e impede que espermatozoides fecundem.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Efeitos</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Alterações na menstruação:</strong> tomar anticoncepcionais diminui no sangramento durante a menstruação e a duração deste efeito;</li>
<li><strong>Dores de cabeça:</strong> nas primeiras semanas em que a mulher começa com o método contraceptivo, é comum apresentar dores de cabeça e até mesmo náuseas. Estes sintomas se dão por conta das alterações hormonais sofridas pelo corpo causadas pelo anticoncepcional;</li>
<li><strong>Mudanças de humor:</strong> para aquelas mulheres que utilizam o anticoncepcional de forma contínua, alterações no humor são frequentes, visto que a presença de hormônios como o estrogênio, diminui a produção de serotonina, responsável por proporcionar a sensação de bem-estar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Caso esse problema seja notado, é necessário consultar com um ginecologista, visto que este sintoma aumenta a predisposição para depressão.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Ganho de peso:</strong> o ganho de peso causado pelo anticoncepcional se dá por conta das alterações hormonais, que aumentam a fome. Ademais, a retenção de líquidos é outro efeito que pode aumentar o peso corporal. Por isso, é importante que a mulher se mantenha ativa fisicamente;</li>
<li><strong>Aumenta o risco de trombose:</strong> a pílula anticoncepcional, se tomada após os 35 anos, idade na qual a mulher passa a ser menos fértil, pode aumentar o risco de desenvolver a trombose, doença caracterizada pelo coágulo do sangue nas veias.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Para tomar o anticoncepcional, vale sempre a consulta com um ginecologista, que irá informar como seguir o tratamento e analisar qual o método contraceptivo ideal para seu corpo e organismo.</p>
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		<title>Até quando devo amamentar?</title>
		<link>https://www.fradesaid.com.br/artigos/ate-quando-devo-amamentar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ivanildo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 17:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas mamães têm essa dúvida quando tem o primeiro filho, visto que atualmente existe um estigma sobre amamentação tardia, até...</p>
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<p style="text-align: justify;">Muitas mamães têm essa dúvida quando tem o primeiro filho, visto que atualmente existe um estigma sobre amamentação tardia, até por conta de hábitos ultrapassados. No entanto, o leite materno pode trazer benefícios não só durante os primeiros meses de vida, mas influencia no crescimento posterior da criança.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Amamentação prolongada e seus benefícios</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a UNICEF, no segundo ano de vida dos pequenos, cerca de 500 ml de leite materno diários correspondem a 95% das necessidades de vitamina C, 45% de vitamina A, 38% de proteínas e 31% do total de energia que a criança precisa, trazendo benefícios para o desenvolvimento e para o sistema imunológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro dado que corrobora para o aleitamento materno até os dois anos foi divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), constatou que crianças que têm a amamentação prolongada possuem chances duas vezes menores de desenvolver doenças infecciosas até os cinco anos se comparados com aqueles que receberam leite materno até os seis meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que a amamentação seja benéfica para o bebê, vale ressaltar que o aleitamento materno, em seu ato propriamente dito, passa também por fatores biológicos de mãe e filho. Caso a criança não mostre interesse neste tipo de alimentação, o ideal é interromper, passando para uma dieta específica.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Benefícios do leite materno</h4>
<p style="text-align: justify;">Além de possuir vitaminas e as proteínas necessárias para alimentar o bebê, o leite materno possui outros benefícios que contribuem para o desenvolvimento da criança e até mesmo na prevenção de doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">O leite contém nutrientes que auxiliam no sistema imunológico dos bebês, visto que o colostro presente, transporta bactérias saudáveis que contribuem para a formação do sistema de defesa do bebê.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Qual o período ideal para amamentar?</h3>
<p style="text-align: justify;">Portanto, conclui-se que não existe um tempo determinado para amamentar, cabe às necessidades do bebê e a produção natural da mãe para que este processo ocorra ou não. Caso a criança mostre interesse na amamentação até os dois anos, não existem malefícios que podem prejudicar seu desenvolvimento, pelo contrário, já que os dados corroboram sobre o assunto a positividade do ato.</p>
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		<title>Histerectomia pode estar associada a aumento dos riscos para a saúde</title>
		<link>https://www.fradesaid.com.br/artigos/histerectomia-associada-riscos-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 16:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A histerectomia com conservação ovariana está associada a um risco significativo de várias doenças cardiovasculares e condições metabólicas Pesquisadores da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>A histerectomia com conservação ovariana está associada a um risco significativo de várias doenças cardiovasculares e condições metabólicas</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-905 size-large" src="https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/09/histerectomia-associada-riscos-saude-1-1024x683.jpg" alt="Histerectomia" width="1024" height="683" srcset="https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/09/histerectomia-associada-riscos-saude-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/09/histerectomia-associada-riscos-saude-1-300x200.jpg 300w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/09/histerectomia-associada-riscos-saude-1-768x512.jpg 768w, https://www.fradesaid.com.br/wp-content/uploads/2018/09/histerectomia-associada-riscos-saude-1-700x467.jpg 700w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pesquisadores da Mayo Clinic descobriram que a histerectomia com conservação ovariana está associada a um risco significativamente maior de várias doenças cardiovasculares e condições metabólicas. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Este é o melhor dado até o momento que mostra que as mulheres submetidas à histerectomia têm um risco de doença a longo prazo &#8211; mesmo quando ambos os ovários são conservados&#8221;, disse Shannon Laughlin-Tommaso, autor do estudo. &#8220;Enquanto as mulheres estão cada vez mais conscientes de que a remoção de seus ovários representa riscos para a saúde, este estudo sugere que a histerectomia sozinha tem riscos, especialmente para mulheres que se submetem a histerectomia antes dos 35 anos.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres neste estudo foram identificadas usando o Rochester Epidemiology Project, um banco de dados de registros médicos que inclui os registros completos de pacientes internados e ambulatoriais de todos os provedores de serviços médicos no Condado de Olmsted, em Minnesota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os pesquisadores identificaram 2.094 mulheres residentes no condado de Olmsted</strong> que fizeram histerectomia com conservação ovariana entre 1º de janeiro de 1980 e 31 de dezembro de 2002. As mulheres tinham 18 anos ou mais na data da histerectomia. <strong>Cada <a href="https://www.fradesaid.com.br/saude-mulher/">mulher</a> foi pareada por idade com uma mulher residente no mesmo município na época que não fez histerectomia ou remoção de ovário</strong>. O estudo identificou condições cardiovasculares e metabólicas prévias à cirurgia e focou somente nas doenças que surgiram após a cirugia.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo mostra que mulheres que fizeram histerectomia sem remoção de ovário <strong>tiveram um aumento de 14 por cento nas anormalidades lipídicas, um aumento de 13 por cento no risco de hipertensão, um aumento de 18 por cento no risco de obesidade e um aumento de 33 por cento no risco de doença arterial coronariana</strong>. Além disso, mulheres com menos de 35 anos tiveram um aumento de 4,6 vezes no risco de insuficiência cardíaca congestiva e um aumento de 2,5 vezes no risco de doença arterial coronariana.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A histerectomia é a segunda <a href="https://www.fradesaid.com.br/tratamentos/cistos-ovario/">cirurgia ginecológica</a> mais comum, e a maioria é feita por razões benignas, porque a maioria dos médicos acredita que esta cirurgia tem poucos riscos a longo prazo&#8221;, diz o Dr. Laughlin-Tommaso. &#8220;Com os resultados deste estudo, encorajamos as mulheres a considerarem terapias alternativas não-cirúrgicas para miomas, endometriose e prolapso, que são as principais causas de histerectomia.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify; font-size: 12px;">Artigo originalmente publicado em Science Daily.</p>
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